O que eu acho mais engraçado da vida é da forma que ela é. Extraordinariamente fascinante! Se existe algum Deus, ou seja, qual for a criatura que “idealizou” e jogou aí a vida, essa criatura realmente está de parabéns, pelo menos o meu aplauso já está ganho.
Outro dia me perguntaram sobre religião, sempre perguntam, mas dessa vez foi uma pergunta séria e que exigia uma resposta correta e acima de tudo sincera, e eu me surpreendi com minha própria resposta. Disse um monte de coisa, não sei se me fiz entender, mas fui falando sobre o que penso e quando vi, nem eu mesma sabia o que pensava e que eu realmente tinha uma opinião particular sobre esse assunto. Que eu não vou falar aqui pela complexidade do assunto e porque não vou doutrinar nada, quem tiver muita curiosidade, eu até posso tentar responder.
Toda essa introdução pra mostrar o quanto a vida é louca, bonita, trágica e perfeitamente perfeita. E eu vou tentar explicar o porquê dessas “filosofação”.
Que a vida hoje em dia está um caos por essa tendência da galera querer viver muito mais em menos tempo. Esse exagero de dedicação ao corpo, ao dinheiro e a tudo que se diz a respeito do individualismo, tem mesmo atrapalhado ao que se diz de socialização, e valores como amizade, carinho e atenção estão cada vez mais extintos no dia-dia, sem que nós percebamos.
Mesmo assim, ainda existem dias que a gente sente falta disso tudo, e aí a gente chega e se queixa das pessoas muitas vezes injustamente, mas com muitos argumentos plausíveis. Com o tempo mudam-se os papéis e, nos deparamos do outro lado da moeda, escutando tudo aquilo que um dia já saiu das nossas próprias bocas, tudo que já dissemos antes, e é então que começa então os questionamentos de como contestar e mostrar a importância que algumas pessoas têm nas nossas vidas. Alguma forma de tentar expressar tudo aquilo que um dia quisemos ouvir dessa mesma pessoa (ou de outras) quando éramos nós que questionávamos. Procuramos a melhor forma de que essa carência “infundada” termine e fique tudo certo.
Texto fraco pela falta de leitura, inspiração e concentração. Mas o que eu só queria constatar o quanto a vida é didática conosco e o quanto se aprende (querendo ou não) vivendo, mais cedo ou mais tarde, o outro lado da moeda.