The Swell Season – O Show!

agosto 31st, 2010

(esse post deve ser gigante!)

Antes de contar sobre o show em específico, preciso contar que a vida é mesmo uma danada que só!!! Quando ela quer, monta o quebra-cabeça de forma assustadoramente linda!!! Porque olha só:

- O Fernando, nas nossas trocas musicais, me falou de um tal filme chamado Once e me mostrou um vídeo da The Swell Season, que eu me apaixonei na hora e logo fui e peguei tudo que pude em mp3 dos caras!!! Depois de um pouco mais de um mês, em uma twittada e outra com o Danilo; falamos de Once e aí sim eu resolvi assistir. Me apaixonei pelo filme e fiquei com vontade de gritar para o mundo assistir também! Fui empolgada falar com o Diogo que, não só já tinha visto como tinha ido no show três dias antes dessa nossa conversa!!! Passado isso, deu uns 3 meses e foi anunciado o boato do show aqui no Brasil e logo eu e Danilo fomos os primeiros a afirmar que íamos!!! Nisso, vem a Jessica e me conta que viu um filme lindo com um casal de músicos de verdade, e que eu iria gostar. Contei que não só já conhecia e amava, como iria no show!! Ela contou ao namorado que se empolgou e então marcamos de irmos juntos.

Saca o ninho de gato que envolveu esse filme e essa banda!! E tudo isso muito coincidentemente.

- A Pati, que conheci numa dessas andanças de comunidade e de twitter sobre Dave Matthews Band, e que anos depois descobri que era amiga do Fernando e do Danilo e que era taurina e fazia artesanatos lindos; também acabou se empolgando a ir no show porque também conheceu The Swell Season através do Danilo e também se apaixonou!!

- Quando a Jessica conheceu o Bruno, coincidentemente ele gostava de tudo que eu gosto. Toquinho, Moska, Teatro Mágico e muita música brasileira!

- Quando Danilo comprou convite, era ao lado da minha mesa!!! E ele ainda soltou a frase no twitter “Quase que a gente senta na mesma mesa!” e no final das contas… nem a minha, nem a dele, ficamos na mesma mesa vip!!

Pois bem…

Chegamos no HSBC Brasil tensos depois de tanto transito e pavor por estarmos atrasados. Além do que, eu stresso fácil e já crio aquele clima tenso. Taurina quer tudo, se algo dá errado já faz bico e sai quebrando o mundo.

Logo descemos do carro e o Bruno já pegou nossos ingresso e já veio um bombeiro que nos colocou em um lugar melhor que o nosso… na área VIP!!! Um lugar ótimo e na boca do palco, estávamos radiantes! E eu só não sabia como ligar para a Pati e outro pessoal, meu telefone tinha ficado com meus pais no carro. Mas, logo vi o Fernando saindo do camarim e já dei um “ei!” e então conversamos  e combinamos de ficar na mesma mesa. Ele foi dar uma volta e já voltou com Danilo, Renata, e depois veio a Donela. Só sei que no fim das contas juntamos uma galera legal na mesa!!!

Tudo aconteceu no tempo exato. O show começou quando já estávamos acomodados, conversados, mas não deu tempo de sentir canseira de tanta demora. Foi na hora certa, que entrou “Os Varandistas”.

Os Varandistas é um grupo de amigos que tocam, compõem, poetizam, sem muitas pretensões. Mais pela amizade e gosto pela arte mesmo. Tanto que, pelo que sei, eles ainda não gravaram nem CD. São ótimos, e precisam de mais destaque e  ferramentas; porque eles têm tudo pra decolar vôo. Aliás, a Maria Gadu, que é uma Varandista, já está alçando grandes vôos.

Não sei se gostei ou não. Precisava ouvir com tempo e sem uma pessoa SUPER EXTASIADA e ESPALHAFATOSA perto de mim repetindo mil vezes a mesma novidade. Brincadeiras à parte!! É que na verdade a abertura foi curtíssima e não deu mesmo para ver qual é a da galera no palco. O grupo é numeroso, e eu achei diferente que  eles fazem um negócio de sentarem alguns no cantinho do palco, enquanto os outros cantam. Não precisava disso, mas fica gracioso eles de platéia deles entre si.

Após o show dos Varandistas começou então os preparativos para The Swell Season. E eu já comecei gostando, porque não demorou quase nada de uma banda para outra! Foi o tempo de eu ouvir uma música inteira no Iphone e assim que a música acabou, Glen Hansard já estava no palco. Assim, como qualquer mortal. Sem jogos de luz, fogos e nenhum outro artifício. E isso já me ganhou.

O show do The Swell Season é aquele tipo de show que tem me cativado cada vez mais por aí; um show intimista e que você realmente se sente fazendo parte da coisa. O cara não precisa de um palco extraordinário, não precisa de nada além de um espaço para os instrumentos e seus companheiros de banda. E faz um showzaço com competencia e carisma!!!

Não decorei a ordem das músicas e não me preocupei com isso naquele momento. Ver e sentir aqueles caras no palco era tudo o que eu queria. Parecia uma festa entre amigos, uma suruba gigante; porque eu só ouvia gemidos de pessoas suspirando daquelas letras profundas e da força misturada com suavidade de Glen Hansard e Marketa Iglova. Cheguei a ouvir alguns comentários nas mesas ao redor, e muitos deles bem engraçados. Um comentário de um garoto me chamou a atenção, mas o adjetivo que ele usou era tão absurdo e bizarro que agora me fugiu da mente.

Achei a banda muito boa e, por vezes me perdia nos sons da bateria e do violino; que estavam logo ali na minha frente. É um som até simples, mas feito com uma intensidade absurda. E as composições são tão lindas, que realmente nos tomam de corpo e alma.

O Glen Hansard não é ruivo por coincidência. O cara emana uma luz fenomenal em cima do palco. Ele está na casa dele, brincando e cantando com seus camaradas; não é possível!!! O cara se torna gigante e ao mesmo tempo não perde a igualdade com a platéia. Ele canta, fala e olha nos olhos de cada um ali sentado diante dele. O cara bate papo, canta sem microfone e se diverte, como bons amigos fazem em uma mesa de bar de uma noite qualquer! Além de tudo isso, o cara canta pra cacete!!! Ele ecoava uma voz enorme dentro daquela casa de show, era inacreditável. Arrepiava qualquer um! E a platéia assistia e participava daquilo, de uma forma única.

Durante o show, diversas vezes o Fernando, a Jessica e o Bruno me perguntavam se eu estava gostando.  Eu acho que mesmo não convivendo com Diogo Freire, eu tenho uma mania semelhante a dele: não consigo cantar, me sacudir e me distrair durante um show. Eu fico compenetrada, gosto de observar cada mínimo detalhe; sonoro ou de presença de palco. E por isso, eu só conseguia responder “pra caralho”, pra não interromper aquela coisa toda que estava acontecendo ali, e me distrair tentando explicar minha opinião sobre o show!!

Eu ainda não comentei da Marketa, né? Mas eu não posso negar que ela  é quase  um anjo cantando naquele palco. Anjo de voz doce, anjo que toca violão e piano lindamente. Mas um anjo. Um anjo quieto, um anjo de fala suave, que quase não gesticula e que observa tudo e a todos; como quem guarda cada cena, cada olhar, em sua memória. Marketa me pareceu uma menina, menina que faz a sua própria farra interior. Marketa me parece tímida e quase que retraída, comparado com a intensidade de Glen Hansard. Mas ela é doce e deixava todos atentos àquela sua voz suave, não só quando cantava, mas também quando arriscava algumas falas em português.

Achei muito bom o esforço dos dois de tentarem falar o máximo de português possível. Não ficaram no “Oi Brasil” nem no “obrigado”. Eles se esforçaram, falaram frases completas e tentaram mostrar ao máximo que estavam gostando de estar aqui e de fazer a platéia fazer parte mesmo, daquele encontro. Em nenhum momento demonstraram superioridade por se tratar de um show internacional, muito pelo contrário. Isso pra mim conta muito, além da música perfeita.

Ao final do show, chamaram os Varandistas e o Fernando Anitelli para cantarem uma música de Bob Dylan. Tudo bem na beira do palco, em clima de bagunça e confraternização. Neste momento palco e platéia já eram uma coisa só. E foi nesse clima de brincadeira e união, que terminou um dos melhores shows que eu já presenciei.

You Ain\’t Goin\’ Nowhere

Fica também uma ressalva para todo o clima das pessoas com quais eu contei com a companhia. Aquele clima que, quem me conhece sabe o quanto gosto e é importante pra mim, que é o clima de sorrisos harmoniosos, brincadeiras saudáveis, e leveza. Todos em uma mesma sintonia. Além de estar presente pessoas muito importantes pra mim.

E que amanhã, a gente se divirta sempre assim!!!

Achei!

agosto 21st, 2010

E às vezes, no meio de uma madrugada despretensiosa, a gente se olha e olha ao nosso redor e descobre que estamos no ponto certo. Descobrimos que estamos ali no momento e do jeito que gostaríamos de estar. Não é algo externo, as coisas não estão assim tão boas não. É algo para com a gente, o famoso descobrimento interno. Aquele “plim” de que estamos fazendo o nosso personagem favorito! De repente de estranha, eu passei a ser minha maior conhecedora! Acho que são os trinta anos que nos dão certa firmeza de ser e estar! Aprendi a lidar comigo, parei de me atrapalhar nos sentimentos e nas palavras, achei minha estação. Nem sei se isso muda conforme o tempo, se passa, se é passageiro ou se é daqui em diante! Olha, repito, não é dizer que as coisas estão boas não, viu? Pelo contrário; eu ando em um momento complicadíssimo,  que envolve uma falsa esperança de me mudar, as decepções em relação a amizades, a saudade profunda de uma pessoa especial, a quase-ausência de uma outra pessoa muito importante pra mim, o falecimento brutal de uma prima, a falta dos meus irmãos  por perto e coisas e coisas e mais coisas! Mas, independente de tudo, sinto minha alma encaixada no meu corpo. Sinto que hoje sou quem eu desenhei. Hoje eu sou minha maior cúmplice!

O Ensaio

agosto 14th, 2010

Tudo aconteceu muito por acaso e de uma forma muito louca. Pra mim, começou quando o Fernando Anitelli comentou quase que do nada, que encontrou o Renato Di Renzo e a Cláudia nas ruas da Argentina. Achamos essa coincidência muito da maluca e, após um pouco de conversa e nostalgia, resolvi seguir o Rolidei no twitter (porque agora a moda é seguir no twitter, tudo e todos!).

Depois de um tempo, já havia esquecido de toda aquela nostalgia “rolidiana” e estava com a cabeça voltada para coisas do dia-dia, quando recebi no email o convite para tirar umas fotos no Rolidei. Aceitei de imediato. Confesso que no inicio não entendi nada do que se tratava, fiz perguntas e mesmo assim segui para o lugar marcado sem muita clareza do que aconteceria. Mas isso não me inibia de forma nenhuma; sabia que por de trás daquelas paredes desenhadas, só poderiam sair coisas boas e interessantes.

O projeto chamado “Beleza? Eu sou assim” é sensacional e realmente não teria como não me identificar com a proposta. Uma sessão de fotos artísticas com pessoas expressivas para a confecção de um calendário a ser distribuído no Rolidei. Uma iniciativa que mostra a verdadeira identidade das pessoas que são fotografadas. Mais que um corpo, somos todos feitos de simbologias que traduzem quem somos em nosso interior.

Minha sessão de fotos não poderia me traduzir melhor. Não precisei de muitas palavras e as coisas aconteceram de forma cósmica. Primeiro o semi-nu que revela a minha grande dificuldade de lidar com essa coisa de que devemos andar por aí cobertos de panos e  sentirmos vergonha do corpo que temos e que é uma coisa tão maravilhosa quanto uma obra de arte. Em seguida o destaque para as tatuagens que transparecem um pouco da minha essência interior, todos os meus amores e carinhos exteriorizados à flor da pele. Meu signo de touro foi rapidamente notado por Cláudia Alonso e logo já ganhou destaque através das obras de Picasso! E como nada é por acaso, as fotos foram feitas através de um slide, usando mãos pelo meu corpo, sem que ninguém ali na sessão de fotos soubesse da minha paixão por mãos!

O ensaio ficou lindo e sensível na medida certa. E agora fica a expectativa para ver o projeto finalizado!

Circo mudo de palhaços cegos!

agosto 5th, 2010

É tudo silêncio!

Não me ouço mais em murmúrios

Por mais que sinta, calo!

O que se ouve é o que se pode ouvir

Não se pode mais piadas aos políticos em época de eleições

Veto minhas lágrimas por qual for meu sofrimento

Não se pode mais palavrões em estádios de futebol

Censuro-me de queixa qualquer

Em um mundo que vive uma censura entre as sombras

Das sombras me censuro

Só pode sorrisos, palavras bonitas e elogios!

E eu sigo sorrindo

Bem-dizendo a saudade

Elogiando o caos

E festejando toda essa palhaçada!

Olá…

julho 26th, 2010

Ei!

Faz tempo que não lhe escrevo! Não vou mudar mais, sabia?! Eu te contei mas nem sei se você viu ou entendeu! Não disse nada… Mas tudo bem! Nem vou entrar mais nesse mérito de mulherzinha chata!!!! Deixa pra lá!!!

Já estou com saudades de você, sabia? Nos vimos de uma forma meio assim, nem deu pra matar as saudades!!!! Queria sentar e conversar contigo, sabe? Tantas coisas pra te falar, mas agora já nem sei mais se posso ou se devo!!! Mas eu estava tão disposta a ter essa conversa, achei até que talvez você gostasse… mas já nem tenho mais toda essa certeza!!! Você é fascinante mas um tanto esquisito, pra variar… rs…

As coisas por aqui vão bem. Mesmo com a não-mudança, eu estou legal e otimista com a vida! Sei lá o que eu penso, ainda não desisti de mudar e nem dos meus objetivos!!! Mas entendi que a vida tem seu sentido e sabe como e onde chegar! Eu vou ali dirigindo como um carro, só seguindo com fé na estrada!!

E você? Como está? Anda tão sumido… da minha vida! Mas sabe, nem vou me alongar nesse assunto não… ando meio exausta dessas coisas! Você sabe o que faz e sabe como fazer pra me achar! Fica com seus momentos… quando chegar o meu momento dentro dos seus… você me acha! Porque não vou fazer joguinho, nem dizer que é tarde demais! Aqui, você pode chegar a hora que quiser, terá sempre um café e um doce pra te receber.

Inté!

E de repente!

julho 22nd, 2010

E de repente; a morte.

E as pessoas e animais, morrem cada vez com mais facilidade. Morrem todo dia, toda hora, de todas as maneiras possíveis e inimaginarias! E a morte dói. Seja ela qual for. Dói ver a morte, mesmo quando é a prima de uma amiga sua, o filho da atriz, a mãe de um colega seu ou a gatinha de alguém que você gosta muito. E a morte não tem volta, não tem consolo, não tem palavras. Apaga-se uma luz, fecha-se uma porta, termina-se mais um conto.

E de repente; a morte.

E as pessoas e animais morrem assim; subitamente. Morre inesperadamente, nos deixando sempre perplexos. E mesmo sendo a única certeza que temos da vida, ainda sim é a coisa que mais nos surpreende. Uma das únicas coisas que nos fazem frear de repente. Morre a criança de quatro anos, que não viveu pra expor suas idéias e ideais. Morre o jovem no auge da adolescência, sem nem tempo de se transformar em alguma, sabe-se lá no que! Morre a mulher com metade da vida já vivida, com filhos, netos e amigos. E morre aquele nosso animalzinho de estimação, que nos consola sempre nas horas que mais precisamos (mesmo às vezes a gente nem sabendo).

E de repente; a vida.

E no dia seguinte a luz do dia reascende, as pessoas caminham pelas ruas, o comércio, as portas e janelas se abrem novamente. E a vida continua até que no próximo semáforo, escorregão ou suspiro ela dê mais uma freada brusca e a gente se surpreenda tudo novamente. E assim quantas vezes forem preciso.

Esse texto é pra banalidade da vida e da morte. Acontece diariamente, mas seqüencialmente rolaram quatro que me frearam a vida. Meu carinho à @Prixila, à @Cissa_Guimaraes, à Fabi (Ravi) e ao @Fanitelli…que meu carinho afague vocês!

O Ex

julho 17th, 2010

A gente nunca namorou, mas você é o meu ex. Por todo o sentimento que um dia eu tive, por todos os sonhos e planos e dedicação que um dia foram voltados à você. Meu ex antes de ter sido, o ex que só deu certo por nunca ter sido “o atual”.

E quando a gente se esbarra é sempre aquela coisa de quem se conhece mais do que parece, e que hoje sabe administrar só a parte boa de uma relação findada, antes mesmo de partir ao meio. E a gente se abraça, se curte e se sorri, com um leve ar de passado bem resolvido.

Toda vez que te vejo, sinto aquela sensação de amizade-pós-termino-de-relação. E toda vez sinto aquele alívio de quem finalmente nota que nós funcionamos bem, exatamente assim. Aquela conclusão de que a gente nunca teria dado certo juntos, e que nosso “junto” é assim, meio separado mesmo.

Leia ouvindo: Cool – Gwen Stefani

1972

julho 8th, 2010

Outro dia eu vi o filme chamado 1972. E eu me identifiquei tanto com toda aquela história que, por mais que o filme seja simples e talvez até meio água com açúcar, ele acabou mexendo muitas coisas aqui dentro de mim.

O filme conta a história de uma jovem jornalista que sonha em escrever sobre música, eventos culturais e, principalmente fazer cobertura de shows. Não importava se era show grande ou de bairro, ela gostava mesmo era de poder escrever e viver disso. Mas se hoje em dia já é difícil viver do que se gosta, imagina então na década de 70.

Júlia, vivida por Dandara Guerra, passa por todos os caminhos normais que se passa para manter a vida financeira. Trabalha em um jornal de uma fábrica durante muito tempo, mas é despedida quando sugere uma coluna sobre cultura. Sua chefe lhe despede em um gesto de boa ação, jogando Júlia ao mundo para correr atrás de seus sonhos. Sem entender direito a atitude da chefe, Dandara arranja então emprego em uma loja, até acabar chegando em um jornal independente onde a temática é justamente a área cultural.

Paralelamente, existe um romance de pano de fundo. Dandara se apaixona por Snoop, um menino do subúrbio que sonha em montar uma banda e quem sabe um dia poder abrir um show para uma banda gringa. O cara tem talento pra compor, e tem amigos feras pra montar uma banda. O que falta sempre é grana e gente que aposte em seus sonhos.

Durante o filme é bastante falado sobre a censura e repressão. Os jovens meninos são obrigados a cortar o cabelo curtinho para frequentar o colégio. E quase sempre a polícia fazia batidas em portas de show perseguindo a turma mais alternativa.

É em uma dessas batidas que Júlia e Snoop se conhecem e no decorrer do filme além da evolução do romance dos dois e de toda aquela problemática típica de comédia romântica, o casal evolui cada um em sua área e no final das contas acabam se completando. Snoop vira um produtor conhecido internacionalmente, e Júlia finalmente consegue ter sua revista sobre música e cultura.

Achei o filme gostoso de se ver, e recomendaria pra que vejam assim… sem compromisso!

Trilha…

julho 3rd, 2010

Estava aqui pensando em algo pra postar, e daí que estão rolando tantos sentimentos que seria impossível colocar algo no papel. Pra se ter uma idéia; eu estou em meio a uma possível mudança para o Rio de Janeiro que é onde sempre sonhei em morar, estou em plena tensão pré-menstrual, estou apaixonada por uma daquelas pessoas que não se deve apaixonar, e um grande amigo meu está morando muito longe e fazendo uma puta de uma falta! Impossível ter alguma inspiração decente e “postável”.

Mas resolvi fazer um top das músicas que, por algum motivo, estão fazendo parte da minha trilha sonora! Não dê risada, é bizarra o “ecleticismo” das músicas.

1.

Eu nunca ouvi essa cantora. Mas a música, apesar de besta e romântica pra caralho, grudou na minha cabeça. Ela me faz sentir coisas, e me chamou atenção desde a primeira vez que ouvi um trecho minúsculo.

2.

Essa música é genial. Acho que ela sempre vai fazer parte da minha trilha sonora! Oswaldo Montenegro é a minha dor profunda, sabe-se lá porque! Eu seria capaz de separar muitas outras do Oswaldo. Amo muito!!!!!

3.

Como eu disse, mais uma do Oswaldo Montenegro!!! Essa música me lembra minhas duas Estrelas que tenho tatuadas no pulso esquerdo. Amo demais, sinto essa música como se fosse algo realacionado a cumplicidade! Choro por dentro, quando ouço.

4.

Seria difícil também escolher uma do Glen Hansard e da Marketa Irglova. Desde que fui apresentada para as músicas deles, eu me apaixonei como se fosse fã desde pequenina!!! Escolhi essa música, porque talvez eu esteja romântica hoje, mas eu poderia ouvir todas!!!

5.

Caramba!!!! Dave Matthews Band, eu gosto de TODAS deles também. Tem vezes passo dias e dias só ouvindo DMB!!! Esqueço do mundo, completamente!! Mas acho que sempre tenho esse receio e essa neura que questiona a música. Acho que é minha grande neura, e tem sido ultimamente o meu questionamento!!!

6.

Essa música eu redescobri faz algum tempo. Na época me apeguei a ela porque além de tudo ela casava com o “amorzinho” que eu estava sentindo na época! Daí esse poucos dias voltei a ouvi-la e o melhor de tudo é que consegui desvencilhar das lembranças. Hoje posso dizer que gosto da música porque ela é uma delícia e tem uma malemolência muito boa!

7.

Olha, eu devo estar com problemas!!!! Eu não gostei desse CD não, é porque eu acabo tendo o vício de me apegar em letras! E eu achei as letras desse CD bem bestas, fraquinhas!!! Mas eu gostei da sonoridade dessa música, achei que musicalmente falando ela está bacana!!! Sei lá, me irritei com a letrinha retardada, mas me apeguei na música!

8.

Porque eu sou uma raruxa assumida e incorrigível!!! Que caralho, não? Mas essa música é uma das que mais mexem comigo. Sei lá, existe tanta coisa dela em mim. Fora que é uma das poucas músicas e poucos shows e momentos, que me fazem chorar!!!! Adoro.

9.

DISPENSA COMENTÁRIOS?!

10.

Essa música é uma delícia!!! Quando tudo está na merda, você bota essa música no volume alto e não tem astral que não levante!!! Ah, não tem mesmo!!!

• Bonus!

Essa música conheci faz pouquissimos dias!!! Ela veio como uma luva para o momento que estou vivendo!! Ela me remete à toda essa mudança que estou vivendo, e me levanta o astral! Já gostava dessa banda, agora só melhorou o meu interesse!!

Você #1254280

junho 28th, 2010

E daí que tá pra nascer alguém que chegue aos seus pés! Eu viajo o mundo, conheço as mais belas paisagens, abraço Deuses, bebo do prazer, vejo cores, flores, sinto cheiros, toco o infinito, tenho dias azuis. Mas daí vem você e eu percebo onde verdadeiramente está o meu paraiso.